sábado, 7 de julho de 2012

A melhor palestra que você irá ouvir na sua vida - Gary Yourofsky 

http://www.youtube.com/watch?v=8bH-doHSY_o&feature=related

Enviado por
Saiba um pouco mais sobre Ética e direito animal em uma maravilhosa palestra com Dra. Sônia Felipe


http://www.youtube.com/watch?v=EK0hVSpHn_I&feature=related

ESPECISMO - o que é isso? (definição)


Especismo consiste em atribuir diferentes direitos ou diferentes valores a indivíduos de diferentes espécies.

Naturalmente, tal como concebida pelo psicólogo inglês Richard Ryder em 1973, a noção de "especismo" ('speciesism') refere-se ao preconceito do homem em relação a outras espécies, com base em diferenças físicas, a quem o homem atribui valor qualitativo.

Tal como o racismo, que pesa e valora indivíduos humanos com base na cor de suas peles, o especismo valora as vidas de indivíduos de diferentes espécies com base na diferença que apresentam em relação à forma humana.

Com base nisto, podemos com certeza afirmar que o especismo equivale a um tipo de discriminação, inventado pela mente humana, que, AO INVÉS de VALORIZAR as SEMELHANÇAS (a senciência que compartilhamos com TODOS os outros animais), prefere, arbitrariamente, RESSALTAR as DIFERENÇAS externas entre os indivíduos, valorizados em escala a partir do referencial do humano como padrão de referência:

"I use the word 'speciesism'," escreveu Richard Ryder em 1975, "to describe the widespread discrimination that is practised by man against other species ... Speciesism is discrimination, and like all discrimination it overlooks or underestimates the similarities between the discriminator and those discriminated against." 

Não é difícil reconhecer aqui o "toque podre" do Cristianismo instituído (não de Cristo, é bom frisar) e de outras religiões, que sempre fizeram questão de atestar o homem como o centro ou ápice da criação divina, como seu "filho preferido".

Nem poderia ser diferente, já que toda e qualquer religião é necessariamente uma "produção humana". E mais: que seus mantenedores, zeladores ou sacerdotes, tenham precisado desde sempre desta certificação de autoridade para se apresentar como porta-vozes "autorizados" da divindade.


Nas tradições consideradas pagãs, não era este o critério empregado.
E por isso mesmo bem sabemos o quanto o cristianismo foi seu arqui-inimigo: queimando todos os "pagãos" que encontrou pelo caminho para fortalecer sua pseudo-autoridade e incorporando datas e rituais pagãos ao seu calendário, quando foi incapaz de destruí-los, dada a sua força ancestral.

Em muitas culturas deus era MULHER: a Natureza, a Mãe que ama a todos os seus filhos, sem distinção, com um amor incondicional.
E, como tal, isto aproximava os animais da visão da Criação divina como um conjunto multifacetado, composto de diferentes formas de expressão: homens, aves, mamíferos, peixes e todas as formas de vida eram aspectos vivos do divino.

A diferença e a variedade eram justo o que caracterizava a Divindade em sua manifestação. (As pernas não são mais relevantes que os braços, ou são? Uma cabeça pode existir sem um corpo? Ou tudo faz parte de um grande organismo cósmico, por assim dizer?)

 Mas por trás desta pluralidade da manifestação externa (a variedade infinita da manifestação divina e criadora da Grande Mãe), um conceito nos unia e assemelhava a TODOS (humanos e não-humanos) como tendo uma única essência, como frutos de uma mesma Árvore: a VIDA.


Séculos e séculos de lavagem cerebral conduziram as coisas ao ponto em que hoje estão: homens de um lado, e todo "o resto" (florestas, o ar, mares e os não-humanos) de outro.

No inconsciente coletivo isto começou com a expulsão do homem do Paraíso.
Não que isto fosse um reconhecimento ou uma premiação, pelo contrário: teríamos sido literalmente expulsos e banidos, JUSTAMENTE por nos pretendermos diferentes e termos nos mostrado incapazes de viver em harmonia com o TODO da Vida.
Pretendendo "mais", exigindo "mais" .... (como mulas sem cabeça, ou "cabeças sem mula", melhor dizendo ...)


Mas sacerdotes e egos ambulantes e interessados conseguiram convencer a grande maioria de que esta EXPULSÃO teria sido um PRÊMIO, um "reconhecimento" que o homem teria conquistado por sua "originalidade" e "primazia".
Não à tôa se fala na Serpente e no Diabo: agradar criaturas vaidosas e estúpidas, dissociadas do equilíbrio Universal, com palavras vãs e títulos honoríficos nunca foi tarefa difícil para quem pretendeu estabelecer o Mal e a Divisão para Reinar.

E assim se fizeram as TREVAS do Especismo.
Nas quais estamos todos cada vez mais afundados, para desespero de alguns poucos, que preferiram permanecer no Jardim do Éden, onde todos somos UM.


Namaste.

Nota: (texto primeiro publicado no blog da Weeac Brasil, em 11 de novembro de 2011) 
Norah André 

retirado blog: http://contatoanimal.blogspot.com.br/2012/06/especismo-o-que-e-isso-definicao.html
Algumas idéias merecem ser compartilhadas principalmente quando é algo que ajudará a poluir menos o Planeta! compartilhe essa boa idéia. O Planeta Agradece!



Imagem capturada : Sustentabilidade.
via blog.naver http://goo.gl/hYGaH

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Princípios pedagógicos para uma sociedade sustentável


Para entender o que é ecopedagogia precisamos começar por explicitar o que é pedagogia e o que é sustentabilidade. Pedagogia é também definida como o trabalho de promoção da aprendizagem através de recursos necessários ao processo educativo no cotidiano das pessoas. A vida cotidiana é o lugar do sentido da pedagogia, pois a condição humana passa inexoravelmente por ela. A mídia eletrônica, nos interligando ao mundo todo, não anula esse lugar, pois a revolução eletrônica cria um espaço acústico capaz de globalizar os acontecimentos cotidianos . É o que chamamos, nas Organizações Não-Governamentais (ONGs), de “global”. O cotidiano e a história fundem-se num todo. A cidadania ambiental local torna-se também cidadania planetária. Mas, “não podemos falar em cidadania planetária excluindo a dimensãosocial do desenvolvimento sustentável” . Essa advertênciade Francisco Gutiérrez é esclarecedora pois é preciso distinguir um ecologismoelitista e idealista, de um ecologismo crítico que coloca o ser humano no centro do bem-estar do planeta. Só que “... o bem-estar não pode ser só social, tem deser também sócio-cósmico...”, como afirma Leonardo Boff (1996: 3). O planeta é a minha casa e a Terra, o meu endereço. Como posso viver bem numa casa mal arrumada, mal cheirosa, poluída e doente? Para Francisco Gutiérrez, parece impossível construir um desenvolvimento sustentável sem uma educação para o desenvolvimento sustentável. Para ele, o desenvolvimento sustentável requer quatro condições básicas. Ele deve ser:
1. economicamente factível
2. ecologicamente apropriado
3. socialmente justo
4. culturalmente eqüitativo, respeitoso e sem discriminação de gênero.
Essas condições do desenvolvimento sustentável são suficientemente claras, auto-explicativas. O desenvolvimento sustentável, mais do que um conceito científico, é uma idéia-força, uma idéia mobilizadora, nesta travessia de milênio.A escala local tem que ser compatível com uma escala planetária. Daí a importância da articulação com o poder público. As pessoas, a Sociedade Civil, em parceria com o Estado, precisam dar sua parcela de contribuição para criarcidades e campos saudáveis, sustentáveis, isto é, com qualidade de vida.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Quer saber um pouco sobre a RIO + 20?
Acesse o site da ONU e Dê sua opinião sobre o tema.


Eu sou Nós
Todos nós podemos dar nossas opiniões, ideias e sugestões para o futuro. Partindo desse princípio, lançamos a campanha “Eu sou nós”. Para chamar a atenção de cada um, mas não como indivíduo, e sim como um todo. Participe também em www.ofuturoquenosqueremos.org.br

O que é a Rio+20?

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (UNCSD ou, como é conhecida, Rio+20), que está sendo organizada conforme a Resolução 64/236 da Assembleia Geral (A/RES/64/236), ocorrerá no Brasil de 20 a 22 de junho de 2012.
A Rio+20 marca o 20º aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), realizada no Rio de Janeiro em 1992, e o 10º aniversário da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável (WSSD), promovida em Joanesburgo em 2002. Com a presença de Chefes de Estado e de Governo ou outros representantes, a expectativa é de uma Conferência do mais alto nível.
Saiba mais sobre o contexto da Conferência em www.onu.org.br/rio20/sobre
Saiba mais sobre o contexto de 20 anos: www.onu.org.br/rio20/1992-2012/
Saiba mais sobre os temas que serão discutidos em www.ofuturoquenosqueremos.org.br
Informações sobre credenciamento e acesso da imprensa: www.onu.org.br/rio20/credenciamento
Saiba quem são os principais nomes da Conferência: www.onu.org.br/rio20/biografias
Acesse aqui as perguntas mais frequentes sobre a Rio+20 e suas respectivas respostas: www.onu.org.br/rio20/perguntas-e-respostas
http://www.onu.org.br/tema/rio20


fonte: http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1918485796165169809#editor/target=post;postID=5814612656454811622




Será que realmente queremos? esse vídeo foi da ECO 92 e quase nada mudou...
fonte: http://www.youtube.com/watch?v=SR1pPg1g3Ro&feature=related


terça-feira, 19 de junho de 2012

Escrito por Mariana Barbosa Ferraz Gominho Seg, 03 de Agosto de 2009 22:00 Avatar

O homem é um ser social, e o desejo de comunicarem-se uns com os outros surgiu ainda na pré-história. A descoberta da linguagem e seu uso na transmissão de conhecimentos são fatos de imensa importância para a humanidade. Nos últimos 50 anos, a quantidade de informações gerada é a mesma dos cinco mil anteriores, e esse volume é repassado para todo o mundo em uma velocidade incrível, através da internet. O espaço limitado dos jornais e o tempo reduzido dos radio e telejornais há muito não é o suficiente para repassar ao interlocutor toda a gama de fatos ocorridos diariamente; precisou-se, então, redefinir o papel da mídia. E qual seria ele?
No livro “Uma história social da mídia”, de Asa Briggs e Peter Burke, tem-se registrado que “pensar em termos de um sistema de mídia significa enfatizar a divisão de trabalho entre os diferentes meios de comunicação disponíveis em um certo lugar e em um determinado tempo, sem esquecer que a velha e a nova mídia podem e realmente coexistem, e que diferentes meios de comunicação podem competir entre si ou imitar um ao outro, bem como se complementar”. Daí pode-se concluir que a interação entre os veículos de comunicação, através de diferentes níveis de aprofundamento dos assuntos, oferece ao leitor uma vantagem enorme: a economia de tempo. Afinal, ao ser introduzido a um assunto, o cidadão será capaz de definir se é ou não de seu interesse. A pluralidade de fontes é essencial para a formação do espírito crítico do indivíduo.
O papel da mídia, portanto, é informar a população da maneira mais imparcial possível, para que a partir dos dados as pessoas reflitam e sejam capazes de tirar suas próprias conclusões. Educar é dever das escolas, não dos meios de comunicação, como propunha a Escola de Frankfurt, no início do século 20; a eles cabe a conscientização dos problemas da atualidade. Ao realizar um jornalismo interpretativo ou opinativo, deve-se deixar clara a parcialidade, não ludibriando o interlocutor que pode tomar o conteúdo como verdade única. O bom profissional deve trabalhar com ética e assumir um compromisso diário com o leitor/ouvinte/telespectador, mantendo seu caráter e profissionalismo acima dos interesses do mercado. O pensador pernambucano Paulo Freire partiu do princípio de que a comunicação é o que transforma essencialmente os homens em sujeitos. A sensibilidade, então, é o elemento que nos torna humanos, e com a qual devemos escrever; não é porque o texto há de ser objetivo que seja também frio.